Ansiedade: Ciência dá 7 dicas para diminuir as preocupações do dia a dia

Em meio as preocupações com o trabalho, problemas pessoais e todo o estresse da vida cotidiana, é fácil que as preocupações de cada dia se tornem insuportáveis. Embora nossas preocupações possam ser úteis, fazendo-nos agir e resolver nossos problemas, em excesso, elas podem levar à ansiedade, o que afeta nossa felicidade e saúde.

A ansiedade crônica pode interferir em seu apetite, relacionamentos, sono e desempenho no trabalho, e pode até mesmo ter consequências mentais e físicas, como depressão, pensamentos suicidas, distúrbios digestivos, supressão do sistema imune e ataques cardíacos.

“O problema com a preocupação é que ela se baseia na incerteza, é muito fácil entrar em um ciclo vicioso em que, por mais que nos preocupemos e nos preparemos para algo, não conseguimos atingir 100% de certeza de que aquilo dará certo”, escreve a psicóloga Amelia Aldao. “Isto nos deixa ansiosos e, então, respondemos à ansiedade com ainda mais preocupação, o que por sua vez nos deixa ainda mais ansiosos”.

Como interromper este ciclo de preocupação? Temos sete sugestões que poderão ajudar você a recuperar o controle sobre seus pensamentos.

1. Faça uma lista

Escreva todas as suas preocupações em um pedaço de papel, reconhecendo-as uma a uma; em seguida, agrupe-as conforme apropriado. Criar um relatório visual das coisas com as quais você se preocupa pode fazer com que você perceba que, na verdade, a lista é bastante curta, especialmente se você observar que várias preocupações pertencem à mesma categoria.

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“Vencer na vida” não existe – PapodeHomem

Quando eu era bem mais jovem, lá no meio dos anos 90, as faltas de luz eram bem frequentes. Nossa diversão normalmente dependia de energia elétrica, seja para alimentar a televisão ou para enxergar as cartas do jogo de baralho. Sem luz, o melhor era sair na rua e se juntar às outras pessoas, colocando o papo em dia, fazendo fogueiras e contando histórias que não nos deixariam dormir à noite.

Há alguns dias aconteceu algo parecido, mas ao invés de energia elétrica, ficamos sem conexão com a internet. Essa é uma versão moderna e um pouco mais cruel do antigo problema da falta de luz. Digo mais cruel porque os aparelhos continuam funcionando, mas sem internet são apenas caixas luminosas, sem muita utilidade. Sem internet não tinha Netflix, videogame ou o mágico mundo do Youtube.

A solução para esse problema foi desempoeirar a caixa do banco imobiliário que comprei lá em 2010, jogado apenas uma vez na mesma época. As regras do jogo são simples, vence quem falir todos os outros jogadores, assumindo monopólio da cidade hipotética.

Em jogos de tabuleiro, é comum ver a seguinte dinâmica em ação.

Quando a partida começa, todos estão igualmente empolgados. Continuar lendo

Se você não se emocionou com esta campanha sobre câncer de mama é porque não assistiu este vídeo – Portal Raízes

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Atores e atrizes sempre são convidados a participarem de campanhas. E a gente sabe o quanto a participação desses ilustres é importante à conscientização de problemas sociais, doenças, valores humanos, cidadania… O vídeo abaixo traz um proposta diferente. Pois a fotógrafa, contratada para fazer as fotos da campanha, surpreendeu os atores ao mostrar-lhes a cicatriz em seus próprios seios. As fotos foram tiradas antes e depois deles verem como é o seio dilacerado de uma mulher que vivenciou o câncer de mama. Emocionante. Vale muito assistir e logo abaixo se informar sobre os sintomas e tratamentos do câncer de mama:

Câncer de mama

Todo câncer se caracteriza por um crescimento rápido e desordenado de células, que adquirem a capacidade de se multiplicar. Essas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores malignos (câncer), que podem espalhar-se para outras regiões do corpo. O câncer também é comumente chamado de neoplasia.

O câncer de mama, como o próprio nome diz, afeta as mamas, que são glândulas formadas por lobos, que se dividem em estruturas menores chamadas lóbulos e ductos mamários. É o tumor maligno mais comum em mulheres e o que mais leva as brasileiras à morte, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Segundo a Estimativa sobre Incidência de Câncer no Brasil, 2014-2015, produzida pelo Inca, o Brasil terá 576 mil novos casos de câncer por ano. Desses, 57.120 mil serão tumores de mama.

O câncer de mama é relativamente raro antes dos 35 anos, mas acima dessa idade sua incidência cresce rápida e progressivamente. Continuar lendo