Brasil se mantém em terceiro lugar no quadro de medalhas do Pan | GGN

Brasil se mantém em terceiro lugar no quadro de medalhas do Pan | GGN.

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Da Agência Brasil

Após a consagração de Thiago Pereira nas piscinas no sábado (18), o Brasil abriu vantagem no terceiro lugar no quadro de medalhas dos Jogos Pan-Americanos de Toronto. Agora são 28 medalhas de ouro, 24 de prata e 35 de bronze. Cuba, quarto colocado no quadro geral, tem 21 ouros. Além das medalhas conquistadas no último dia das competições de natação, o Brasil ainda emplacou ouro com Yane Marques, no pentatlo moderno. Os Estados Unidos mantém a primeira colocação, com 51 medalhas de ouro e o Canadá, em segundo, com 48 ouros.

Medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Londres, Yane comemorou muito a nova conquista. “Foi uma final emocionante e cheguei muito cansada. Por isso errei dois tiros na segunda série, mas no final consegui”, disse a atleta ao site do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). E nas primeiras horas de hoje (19), a brasileira Erica de Sena conquistou a prata na marcha atlética, com um tempo de 1h30m3s.

Ainda no sábado, o Brasil também foi ouro na ginástica rítmica por equipes, prata na maratona de 42 quilômetros (Km), com Adriana Silva, e garantiu outras duas medalhas na vela. Prata com Robert Scheidt, na categoria laser, e bronze para Fernanda Decnop, na categoria laser radial.

O dia de hoje (19) será de disputas decisivas para o Brasil. Nas semifinais do vôlei de praia masculino, contra Cuba, e feminino, contra a Argentina. Já no basquete feminino, as brasileiras disputam uma vaga na final contra as canadenses, donas da casa. As meninas do basquete se credenciaram à semifinal após uma vitória incontestável sobre a República Dominicana, sábado, pelo placar de 73 a 54.

Confira o quadro de medalhas do Pan aqui

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PML: Lula deveria ser aplaudido, não criticado | Brasil 24/7

PML: Lula deveria ser aplaudido, não criticado | Brasil 24/7.

Respondendo a um processo administrativo pela acusação de ter sido “negligente” no andamento de “245 feitos que estavam sob sua responsabilidade,” o procurador Valtan Timbó Martins Mendes Furtado é o mais novo candidato ao panteão de personagens desses tempos inglórios em que a justiça tornou-se acima de tudo um grande espetáculo.

No dia 8 de julho, Valtan Timbó pediu a abertura de um inquérito para investigar as suspeitas de “tráfico de influência” de Luiz Inácio Lula da Silva para favorecer a Odebrecht em viagens internacionais.

É bom saber que as bases reais para essa apuração dividem-se em nulas e ridículas, como vamos explicar mais adiante. Em situação de normalidade política, quando os direitos e garantias fundamentais são respeitados, e toda pessoa é tratada como inocente até que se prove o contrário, esse pedido de abertura de inquérito seria um episódio folclórico, condenado automaticamente ao esquecimento.

Mas vivemos outros tempos, anormais, como explicou o ministro do Supremo Marco Aurélio Mello, onde prende-se primeiro para apurar depois. Continuar lendo

O Atavismo Social dos Linchamentos

O Atavismo Social dos Linchamentos.

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Mais uma vez a mídia está repleta de notícias que informam uma onda de linchamentos por todo o Brasil. As notícias, quando não os próprios vídeos, na maioria das vezes, narram (ou mostram) um ladrão “pé de chinelo” que tem sua tentativa criminosa frustrada e cercado por populares, passa a ser violentamente agredido, algumas vezes, até a morte.

As cenas, quando gravadas, chocam. É preciso estômago para ver até o fim, não obstante algumas pessoas ou grupos nas redes sociais compartilharem e comentarem tais cenas medievais, além de incentivarem expressamente a prática, com um prazer quase sexual. Em algum lugar de sua obra, Freud deve explicar esse comportamento.

Entretanto, deixando a mídia, as redes sociais e a psicologia de lado, as indagações que quero trazer ao debate aqui são as seguintes: Porque não podemos linchar as pessoas? Se o ladrão é pego roubando, não é certo que o linchemos? Se o poder público não faz justiça, não podemos fazer nós mesmos? O linchamento não é legítima defesa da sociedade?

Antes de mais nada, quero deixar bem claro que a resposta para todas as indagações acima e quaisquer outras que delas derivem na tentativa de justificar um linchamento sempre será NÃO. Expliquemos.

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Diário do Centro do Mundo » Veríssimo: quando vamos acordar para a barbárie golpista que ameaça o Brasil?

Diário do Centro do Mundo » Veríssimo: quando vamos acordar para a barbárie golpista que ameaça o Brasil?.

 

De Veríssimo, no Globo:

(…)

Às vezes imagino como seria ser um judeu na Alemanha dos anos vinte e trinta do século passado, pressentindo que alguma coisa que ameaçava sua paz e sua vida estava se formando mas sem saber exatamente o quê. Este judeu hipotético teria experimentado preconceito e discriminação na sua vida, mas não mais do que era comum na história dos judeus. Podia se sentir como um cidadão alemão, seguro dos seus direitos, e nem imaginar que em breve perderia seus direitos e eventualmente sua vida só por ser judeu.

Em que ponto, para ele, o inimaginável se tornaria imaginável? E a pregação nacionalista e as primeiras manifestações fascistas deixariam de ser um distúrbio passageiro na paisagem política do que era, afinal, uma sociedade em crise mas com uma forte tradição liberal, e se tornaria uma ameaça real? O ponto de reconhecimento da ameaça não era evidente (…). Muitos não o reconheceram e morreram pela sua desatenção à barbárie que chegava.

A preocupação em reconhecer o ponto pode levar a paralelos exagerados, até beirando o ridículo. Mas há algo difuso e ominoso se aproximando nos céus do Brasil, à espera que alguém se dê conta e diga “Epa” para detê-lo? Precisamos urgentemente de um “Epa” para acabar com esse clima. Pessoas trocando insultos nas redes sociais, autoridades e ex-autoridades sendo ofendidas em lugares públicos, uma pregação francamente golpista envolvendo gente que você nunca esperaria, uma discussão aberta dentro do sistema jurídico do país sobre limites constitucionais do poder dos juízes… Epa, pessoal.

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Se está faltando algo para nos avisar quando chegamos ao ponto de reconhecimento irreversível, proponho um: o momento da posse do Eduardo Cunha na presidência da nação, depois do afastamento da Dilma e do Temer.

“Mãe, onde dormem as pessoas marrons?”

“Mãe, onde dormem as pessoas marrons?”.

“Mãe, onde dormem as pessoas marrons?”. A pergunta de uma criança denuncia a vida entre muros do condomínio chamado Brasil

Eliane Brum*, El País

Uma amiga me conta, na volta de uma viagem a Paris com a família. “Só quando estava lá é que percebi que minha filha estava, literalmente, andando na rua pela primeira vez”. A menina tem quatro anos. Classe média. Mora em São Paulo, num condomínio fechado. Do condomínio, vai de carro para a escola privada. Da escola privada volta para casa. No fim de semana, fica dentro do seu condomínio ou vai para outros condomínios, de casas ou prédios, cercados por muros ou grades, com guaritas e porteiros. Ou vai a shoppings, onde chega pelo estacionamento, de onde sai pelo estacionamento. Desloca-se apenas de carro, bem presa na cadeirinha, protegida atrás de janelas fechadas, vidros escurecidos com insulfilm. De muro em muro, a criança passou os primeiros quatro anos de vida sem pisar na rua, a não ser por breves e arriscados instantes. E apenas quando a rua não pôde ser evitada. E apenas como percurso rápido, temeroso, entre um muro e outro.

A cidade é uma paisagem do outro lado do vidro, uma paisagem que ela espia mas não toca. O fora, o lado exterior, é uma ameaça. O outro é aquele com quem ela não pode conviver, tanto que não deve nem enxergá-la. Até mesmo contatos visuais devem ser evitados, encontros de olhares também são perigosos. Qualquer permeabilidade entre o dentro e o fora, entre a rua e o muro, seja na casa, na escola, no shopping ou no carro, ela já aprendeu a decodificar como intrusão. O outro é o intruso, aquele que, se entrar, vai tirar dela alguma coisa. Se a tocar, vai contaminá-la. Se a enxergar, vai ameaçá-la. Continuar lendo

Intolerância desenfreada na internet…

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Por Liberdade Política

Atualmente a internet é um lugar onde as pessoas se expressam na forma de uma terra sem leis. Vociferam contra tudo e contra todos têm um pensamento divergente de seu pseudoconhecimento para tentar ganhar no grito uma discussão, mas a verdade é que tentam esconder sua ignorância e sua falta de argumento perante os fatos descritos. A disseminação de ódio, principalmente envolvendo a Política brasileira, chega a ser repugnante para quem tem o mínimo de discernimento procurando várias fontes de informação e conhecimento, na busca de uma discussão saudável e melhoria do País.

Muito das vezes se utilizam de vocabulário chulo e xingamentos pessoais como se fosse um ringue do quanto pior, melhor. Mas se esquecem que podem ser enquadrados no crime de calúnia, injúria e/ou difamação. Mas o sentimento que impera hoje no Brasil é da impunidade, não vemos um mísero caso sendo punido exemplarmente, nem mais nem menos, somente o que está na Lei. São tantos casos de impunidade hoje em dia que punir o opressor chega a ser exceção, é ruim do ponto de vista jurídico e social, tanto para quem investiga, quanto para quem julga. Continuar lendo

Querido Leitor…

Quero parabenizar a todos que de alguma forma, iniciarão comigo essa jornada quase diária de escrever sobre temas polêmicos, porém, necessários para a evolução do ser humano como pessoa e conhecedor de seus atos na sociedade civilizada a que pertence, ou pelo menos na busca desse objetivo.

Nossa função será dar subsídios intelectuais para você, querido leitor, para que possamos dar qualidade nas discussões sobre este tema tão comum em nossa sociedade, que é a Política, mas que está com seu conceito se perdendo devido a vários fatores.

Mas vamos começar sobre o conceito de Política! Segundo os dicionários, existem várias definições para o termo, mas o principal deles que gostaria de salientar é: “Habilidade de alcançar objetivos através de relações humanas” – Podemos ver que essa definição faz parte diariamente de nossas vidas, desde a compra do pãozinho na padaria, passando pelo nosso ambiente de trabalho, até nos altos poderes da República. A vida em sociedade requer que sejamos políticos a todo momento, salvo algumas exceções que veremos mais adiante, mas para viver em paz consigo mesmo a política é essencial no dia a dia.

Espero que tenham uma boa leitura daqui em diante colaborando para que o respeito e tolerância comecem a fazer parte do nosso cotidiano.

Abraços!

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